sexta-feira, 3 de novembro de 2017
Desilusões e Desencantos: Gritos de socorro de uma escola pública ll
Desilusões e Desencantos: Gritos de socorro de uma escola pública ll: Estou cansada Das crianças medicadas Zumbies pelas salas Estou cansada Do meu trabalho ser piada Pela minhas costas ser zombada Das au...
terça-feira, 3 de outubro de 2017
Marcas do tempo
Estou só
Neste espelho de linhas
que chamam de vida
Já tenho o veredicto
Não sou mais uma menina
Mesmo com a reação opaca
que a tintura de meus cabelos
dissimulou
Estou inerte
Nesta estrada confusa
que tentei enganar
Já tenho uma história
Trilho de fase madura
Mesmo com negação assustada
Que as batidas do meu coração
desmentiram
Estou abalada
Nesta sentença
de não ser quem eu sou.
Neste espelho de linhas
que chamam de vida
Já tenho o veredicto
Não sou mais uma menina
Mesmo com a reação opaca
que a tintura de meus cabelos
dissimulou
Estou inerte
Nesta estrada confusa
que tentei enganar
Já tenho uma história
Trilho de fase madura
Mesmo com negação assustada
Que as batidas do meu coração
desmentiram
Estou abalada
Nesta sentença
de não ser quem eu sou.
sexta-feira, 18 de agosto de 2017
Dei adeus
Perco tudo menos a razão
Inexatos contatos
Rabiscos de ofícios
Quem usa o lápis
Nunca sente solidão
Meu poema teu desenho
Teu retrato meu espelho
Longa espera, madrugada
Vida insana, obra desvairada
Um dardo, uma flecha
Meu timbre, minha audácia
Deixei a mão, dei adeus
Ideologia de falácia
Busquei somente a paz
Pisei em solo real
Vida eterna
Briga entre o bem e o mal
Não olhei pra trás
Ignorei o retrovisor
Eu tinha o controle
Só eu mesma, não tenho mais.
Inexatos contatos
Rabiscos de ofícios
Quem usa o lápis
Nunca sente solidão
Meu poema teu desenho
Teu retrato meu espelho
Longa espera, madrugada
Vida insana, obra desvairada
Um dardo, uma flecha
Meu timbre, minha audácia
Deixei a mão, dei adeus
Ideologia de falácia
Busquei somente a paz
Pisei em solo real
Vida eterna
Briga entre o bem e o mal
Não olhei pra trás
Ignorei o retrovisor
Eu tinha o controle
Só eu mesma, não tenho mais.
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
Meu oráculo
Passos de bebê
Levam pra frente devagar
Cada dia de uma vez
O importante é não parar
O mundo inteiro está à frente
O céu pode esperar
Se tiver os pés no chão
Pode voltar a sonhar
O peso da vida dói o corpo
Mochila pesada da alma
Um dia o amor virá
Apenas tenha calma
Esqueça o que passou
Lembre com carinho
Quem já foi
Pra frente é o caminho
Batalhe pelo que quer
Sem esquecer que apenas
O que construir
É o que verdadeiramente vai ter
Calma nos anseios
Força nas pequenas batalhas
A justiça tarda
Mas nunca falha
Cante sempre que puder
A vida pode ser boa
Para todos que sabem viver
Nem direita nem esquerda
Nem água nem fogo
O meio escolha com alegria
O caminho da sabedoria
Não discuta com tolos
Ame quem te ama
Cada um tem sua vida
Que seja bem vivida
A alma deve ser livre
O corpo regrado
Não misture fantasias
Com Deus que é sagrado
Respeite cada vivente
E a vida de cada qual
Fora da tua casa
Cada um com sua moral
Que você possa mandar
No dinheiro que conquistar
E que o dinheiro que ganhar
Não te faça escravizar
Pouco precisamos realmente
Algo pra comer e beber
Roupa limpa pra vestir
E um teto pra dormir
Esqueça toda vaidade
Daqui nada vai levar
Nem bens materiais
Nem as contendas que possa ganhar
Desirée Veloso
Desiveloso.blogspot.com.br
Levam pra frente devagar
Cada dia de uma vez
O importante é não parar
O mundo inteiro está à frente
O céu pode esperar
Se tiver os pés no chão
Pode voltar a sonhar
O peso da vida dói o corpo
Mochila pesada da alma
Um dia o amor virá
Apenas tenha calma
Esqueça o que passou
Lembre com carinho
Quem já foi
Pra frente é o caminho
Batalhe pelo que quer
Sem esquecer que apenas
O que construir
É o que verdadeiramente vai ter
Calma nos anseios
Força nas pequenas batalhas
A justiça tarda
Mas nunca falha
Cante sempre que puder
A vida pode ser boa
Para todos que sabem viver
Nem direita nem esquerda
Nem água nem fogo
O meio escolha com alegria
O caminho da sabedoria
Não discuta com tolos
Ame quem te ama
Cada um tem sua vida
Que seja bem vivida
A alma deve ser livre
O corpo regrado
Não misture fantasias
Com Deus que é sagrado
Respeite cada vivente
E a vida de cada qual
Fora da tua casa
Cada um com sua moral
Que você possa mandar
No dinheiro que conquistar
E que o dinheiro que ganhar
Não te faça escravizar
Pouco precisamos realmente
Algo pra comer e beber
Roupa limpa pra vestir
E um teto pra dormir
Esqueça toda vaidade
Daqui nada vai levar
Nem bens materiais
Nem as contendas que possa ganhar
Desirée Veloso
Desiveloso.blogspot.com.br
domingo, 16 de julho de 2017
Fim
Sonhei que havia morrido
E senti cada detalhe
Tive um pequeno arrependimento
E a sensação de que tudo terminava
Contrariando minhas crenças uma certeza de finitude
Coisa estranha
Meus pensamentos momentaneamente apagaram
Acordar foi quase um renascimento.
E senti cada detalhe
Tive um pequeno arrependimento
E a sensação de que tudo terminava
Contrariando minhas crenças uma certeza de finitude
Coisa estranha
Meus pensamentos momentaneamente apagaram
Acordar foi quase um renascimento.
segunda-feira, 10 de julho de 2017
PONTAL DO PARANÁ
PONTAL DO PARANÁ Letra e melodia:
Desiveloso
Tom: G
Tempo 88
Voice piano 001
Style reggae 66
Sempre que pensar naquele azul
e subir nas nuvens pra pensar
vou lembrar do céu, da praia e o mar
e no tempo sonho divagar
E o sol
Brilhando o sol, o céu azul e o mar.
E o sol, a areia, a Ilha, o sol e o sal do mar
Sempre que voltar ao modo amar
e descer ao vento pra voar
vou levar você dentro de mim
e cantar nas ondas devagar
E o sol
Brilhando o sol, o céu azul e o mar
E o sol, a areia, a ilha, o sol e o sal do mar
Desiveloso
Tom: G
Tempo 88
Voice piano 001
Style reggae 66
Sempre que pensar naquele azul
e subir nas nuvens pra pensar
vou lembrar do céu, da praia e o mar
e no tempo sonho divagar
E o sol
Brilhando o sol, o céu azul e o mar.
E o sol, a areia, a Ilha, o sol e o sal do mar
Sempre que voltar ao modo amar
e descer ao vento pra voar
vou levar você dentro de mim
e cantar nas ondas devagar
E o sol
Brilhando o sol, o céu azul e o mar
E o sol, a areia, a ilha, o sol e o sal do mar
quarta-feira, 21 de junho de 2017
Em nós
Não existe mais nenhuma música
Para descrever o que eu sinto
Nem as que eu mesma escrevi
Não existe mais nenhuma música
Para escrever do que sinto
Se é que um dia existiu
Aprendi a acelerar
E isso vem bem antes de freiar
Não existe nem seguir nem olhar pra trás
O horizonte ficou preso no mapa
Nem sei porque busco coisas
Eu sei nem é pra mim
Neste tosco remendo de frustração
O frio arde porque a cama é grande para alguém só
Ah, se um dia pudesse dizer o que eu digo
Não diria mais nada
Tenho certeza
A música estaria em nós
Para descrever o que eu sinto
Nem as que eu mesma escrevi
Não existe mais nenhuma música
Para escrever do que sinto
Se é que um dia existiu
Aprendi a acelerar
E isso vem bem antes de freiar
Não existe nem seguir nem olhar pra trás
O horizonte ficou preso no mapa
Nem sei porque busco coisas
Eu sei nem é pra mim
Neste tosco remendo de frustração
O frio arde porque a cama é grande para alguém só
Ah, se um dia pudesse dizer o que eu digo
Não diria mais nada
Tenho certeza
A música estaria em nós
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